segunda-feira, 9 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Centro Interpretação Batalha

«O meu lugar é no mundo, mas a primazia é para o de expressão, tradição e cultura lusíadas.» 
António Champalimaud

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Esboços em papel 2...

Seteais

Sé de Lisboa

Praça de Londres

O que as janelas nos dizem 2...

Travessa do Cascão, Carnide.

O que as janelas nos dizem 1...

Esboços em papel...

Adicionar legenda
«Os esboços de campo (...) deixam-nos memórias fortes no papel. Nunca se esquece o que se desenhou.»
Pedro Salgado

CSCM-Lx

14-03-2012

Pastelaria Versalhes

04-abril-2012

Fábrica Simões (Benfica)

02-abril-2012
Quando a espera é um ato de engenharia...

quinta-feira, 29 de março de 2012

Linhas ou traços?

Praça de Londres (29-03-2012)

«As linhas dos desenhos que faço ficam sempre mais carregadas em mim do que no papel.»
Filipe Leal de Faria

quarta-feira, 28 de março de 2012

Viajante na própria cidade...

Chiado, Mónica Cid.
Nascemos, crescemos e vivemos o tempo que nos é confiado sem OLHAR para a nossa segunda pele - a cidade. Sabemos localizar uma loja ou estação, um teatro ou museu, uma rua ou avenida. Vivemos na cidade, mas não a cidade.
Tive o privilégio de crescer em Carnide, no tempo das hortas e das quintas, onde corria, subia às figueiras, onde via carreiros infindáveis de formigas, e observava os muros das casas antigas, cujos azulejos sempre me intrigavam...O fim de semana era dia de visitar o palco da cidade - a Baixa e o Chiado - e por isso, havia que um cerimonial a cumprir - a melhor roupa, os melhores sapatos, o cabelo o mais alinhado possível.
Lembro-me do cheiro do soalho encerado dos Armazéns do Chiado, semelhante ao da casa do meu avô, em Ponte de Lima. Lembro-me das ruas iluminadas, na época natalícia , e das filas intermináveis na Confeitaria Nacional e na Suiça.
Desde essa altura nunca perdi este hábito de VER e OLHAR. Talvez explique a minha boa memória visual e o interesse pelo património da Baixa-Chiado, como recurso pedagógico.
Mas como registar tanta informação - sensorial e material. A resposta mais óbvia é a fotografia, segue-se o registo escrito. E que tal o desenho? Foi o que descobri recentemente com Filipe Leal de Faria, um urban sketcher qur muito me fez pensar sobre o VER e o OLHAR e o modo como pudemos registar as nossas percepções do real.
Ser habitante ou viajante?
A partir de hoje serei uma viajante na minha própria cidade...