«Uma casa é uma máquina de morar.»
Le Corbusier
"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível." Leonardo da Vinci
segunda-feira, 9 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Centro Interpretação Batalha
«O meu lugar é no mundo, mas a primazia é para o de expressão, tradição e cultura lusíadas.»
António Champalimaud
António Champalimaud
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Esboços em papel...
quinta-feira, 29 de março de 2012
Linhas ou traços?
quarta-feira, 28 de março de 2012
Viajante na própria cidade...
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| Chiado, Mónica Cid. |
Tive o privilégio de crescer em Carnide, no tempo das hortas e das quintas, onde corria, subia às figueiras, onde via carreiros infindáveis de formigas, e observava os muros das casas antigas, cujos azulejos sempre me intrigavam...O fim de semana era dia de visitar o palco da cidade - a Baixa e o Chiado - e por isso, havia que um cerimonial a cumprir - a melhor roupa, os melhores sapatos, o cabelo o mais alinhado possível.
Lembro-me do cheiro do soalho encerado dos Armazéns do Chiado, semelhante ao da casa do meu avô, em Ponte de Lima. Lembro-me das ruas iluminadas, na época natalícia , e das filas intermináveis na Confeitaria Nacional e na Suiça.
Desde essa altura nunca perdi este hábito de VER e OLHAR. Talvez explique a minha boa memória visual e o interesse pelo património da Baixa-Chiado, como recurso pedagógico.
Mas como registar tanta informação - sensorial e material. A resposta mais óbvia é a fotografia, segue-se o registo escrito. E que tal o desenho? Foi o que descobri recentemente com Filipe Leal de Faria, um urban sketcher qur muito me fez pensar sobre o VER e o OLHAR e o modo como pudemos registar as nossas percepções do real.
Ser habitante ou viajante?
A partir de hoje serei uma viajante na minha própria cidade...
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